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O Azinco é hoje o polivitamínico mais completo existente no mercado, são utilizados em a sua formulação os minerais quelatos o que proporciona uma maior absorção e biodisponibilidade dos minerais em relação aos minerais inorgânicos.

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Azinco (Polivitamínico & Minerais) 60 cáps

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O Azinco é hoje o polivitamínico mais completo existente no mercado, são utilizados em a sua formulação os minerais quelatos o que proporciona uma maior absorção e biodisponibilidade dos minerais em relação aos minerais inorgânicos.

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Azinco é hoje o polivitamínico mais completo existente no mercado, são utilizados em a sua formulação os minerais quelatos o que proporciona uma maior absorção e biodisponibilidade dos minerais em relação aos minerais inorgânicos.

 

 

A DIFERENÇA ENTRE A ABSORÇÃO DE MINERAIS QUELADOS E NÃO QUELATOS

A captação dos minerais quelatos pelas células intestinais é mais rápida que quantidades similares de sais não quelatos (sais inorgânicos), devido ao estado desses metais que leva a uma absorção parecida com a das proteínas (dipeptídeos). Quando isso ocorre, o mineral é transportado para o interior da célula e, já dentro dela, se comporta como qualquer outro mineral, tendo assim a realização de suas funções garantidas. São utilizados e excretados de acordo com as necessidades individuais. Muitos minerais são comumente utilizados em suplementos de forma não quelada e, por isso, são pobremente absorvidos. Além disso, outro problema presente nos polivitamínicos e minerais já prontos está na interação entre as diversas substâncias. Isso quer dizer que há competição entre os diferentes minerais. Ou seja, um prejudicando a absorção do outro, como ocorre, por exemplo, entre o cálcio, o ferro e o zinco.

CONCLUINDO…

Devido a elevada absorção e biodisponibilidade dos minerais quelatos, é possível garantir a efetividade absorção por meio de doses mais seguras, sem efeitos colaterais e em menor tempo.

 

 

Importância das vitaminas e minerais no nosso organismo

 

As vitaminas e os minerais desempenham um papel fundamental no metabolismo e são necessários para o crescimento e bom funcionamento de todas as células do corpo humano.

Infelizmente, devido à rotina agitada que vivemos, muitas vezes não temos tempo ou disponibilidade para uma alimentação saudável e equilibrada. É por tudo isso que muitos especialistas em nutrição e/ou médicos, recomendam o uso de suplementos de vitaminas e minerais.

Cada tipo de vitamina e sal mineral possui funções específicas sobre a boa saúde e, como eles não são produzidos pelo próprio organismo, devem estar presentes na alimentação diária para evitar deficiências e, consequentemente,  disfunções. Apenas para citar alguns exemplos: o  cálcio é vital para saúde dos ossos, o ferro ajuda a prevenir anemia e a vitamina A, vitamina C e vitamina E são poderosos antioxidantes que protegem as células contra a ação danosa dos radicais livres.

Quando usados conforme recomendação do fabricante, médico ou nutricionista, esses suplementos asseguram que o organismo irá receber as quantidades diárias necessárias desses nutrientes para uma rotina cheia de saúde e disposição.

Uma ótima dica são os multivitamínicos, complexos que reúnem vitaminas e minerais essenciais, em cápsula. Foram desenvolvidos para suprir as necessidades nutricionais que a maioria dos indivíduos apresenta. 

Procure sempre um médico ou nutricionista que possa orientar as dosagens e proporções certas de vitaminas e minerais para o seu organismo.

 

 

Conservar na embalagem original bem fechada em lugar seco, fresco e arejado.“GESTANTES, NUTRIZES E CRIANÇAS DE ATÉ 3 (TRÊS) ANOS, SOMENTE DEVEM CONSUMIR ESTE PRODUTO SOB ORIENTAÇÃO DE NUTRICIONISTAS OU MÉDICO”. 
“CONSUMIR ESTE PRODUTO CONFORME A RECOMENDAÇÃO DE INGESTÃO DIÁRIA CONSTANTE NA EMBALAGEM. 
RECOMENDAÇÕES DE USO: Tomar 2 cápsulas ao dia, preferencialmente antes da principal refeição. 
Não contm quantidades significativas de proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio. (**) % Valores diários não estabelecidos.
(*)%Valores Diários de Referência com base em uma dieta de 2000 kcal, ou 8400 kJ.  Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas. Ingredientes: Blend de Vitaminas (A,C, D, E, B1, B2, B3, B5, B6, B12, Biotina(Vit.H), e Ácido Fólico), Blend de Minerais Bisglicinato (Manganês, Magnésio, Zinco, Ferro, e Cobre), Mobilidênio,  Selênio, Cromo Picolinato,  Amido (veículos),Estearato de Magnésio (lubrificante), Fosfato Tricálcio (antiumectante). NÃO CONTÉM GLÚTEN. 

 

 

 

 

 

 

 

O ZMA aumenta os níveis dos hormônios anabólicos, através do aumento dos níveis de testosterona (total e livre) e dos seus receptores celulares. O zinco participa como cofactor em várias reações enzimáticas envolvidas no metabolismo energético. A redução dos níveis de zinco na dieta está relacionada com a diminuição da força e da resistência muscular.

 

O ZINCO é um elemento anabólico que recupera fibras danificadas do tecido muscular. Tem também efeito semelhante ao da insulina, pois aumentar naturalmente os níveis da IGF-1 (Insulin Growth Factor 1), de GH (hormônio do crescimento) e da testosterona.

 

O MAGNÉSIO é um mineral essencial com funções importantes no controle da atividade cerebral e cardíaca, na transmissão neuromuscular, contração muscular e pressão sanguínea. O magnésio desempenha também um papel importante na regulação do crescimento celular, reprodução e na estrutura das membranas. Quantidades inadequadas deste mineral podem comprometer o crescimento muscular e, consequentemente, as contrações, o que pode limitar o desempenho em atividades aeróbicas e anaeróbicas. A sua deficiência provoca também a diminuição de oxigénio no tecido muscular e, consequentemente, na força, resistência e relaxamento muscular. O magnésio pode também ativar enzimas necessárias ao metabolismo dos carboidratos e aminoácidos.

 

 

Cromo (Picolinato de Cromo) é um suplemento dietético elogiado como um “queimador de gorduras” e “edificador de músculo”, conhecido como a melhor fonte de cromo, que é um mineral essencial para a produção de insulina do corpo. O que isso tem a ver com o emagrecimento? Simples, o picolinato de cromo proporciona o aumento de insulina que melhora o recebimento de glicose, melhora a circulação sanguínea e manutenção dos níveis de açúcar no sangue, com isso há o ganho de energia, a queima de gorduras e construção muscular.

O picolinato de cromo é especialmente indicado no caso de pessoas que não conseguem emagrecer porque consomem altas quantidades de doces, com o aumento da insulina o Picolinato de cromo ajuda a reduzir esta fissura por doces.

Se o picolinato de cromo for tomado e em conjunto houver a pratica de exercícios físicos, haverá ainda melhores resultados quanto ao ajuste de gorduras e definição muscular, este é um dos motivos pelo qual o picolinato de cromo tem se tornado um suplemento alimentar muito procurado por atletas.

 

INDICAÇÕES

- Como suplemento nutricional

- Distúrbios do colesterol e triglicérides

- Diabetes melito, e diabetes não-insulinos dependente

- Obesidade

- Diminuir a fissura por doces

PRECAUÇÕES E CONTRA-INDICAÇÕES

O cromo compete com o ferro para a fixação à transferrina, uma proteína plasmática que transporta o ferro do alimento ingerido e das hemácias lesionadas para fornecê-lo aos tecidos que dele necessitam. Assim sendo, são necessárias mais pesquisas para determinar se a suplementação, com picolinato de cromo acima dos valores recomendados, afeta negativamente o transporte e a distribuição do ferro no organismo.

No que concerne a biodisponibilidade dos oligoelementos na dieta, o cromo dietético excessivo inibe a absorção do zinco e do ferro. Nos casos extremos, isso poderia induzir uma anemia ferropriva (por deficiência de ferro), reduzir a capacidade de treinar intensamente e afetar de forma negativa o desempenho nos exercícios que exigem altos níveis de metabolismo aeróbico.

 

Vitamina A é um micronutriente que desempenha papel essencial na visão, crescimento, desenvolvimento do osso, desenvolvimento e manutenção do tecido epitelial, processo imunológico e reprodução. Aproximadamente 90% da vitamina A do organismo é armazenada no fígado; o remanescente é armazenado nos depósitos de gordura, pulmões e rins.

Deficiência de vitamina A:

 

Excesso de vitamina A:

Cegueira noturna;
Ressecamento da esclera (parte branca) e córnea dos olhos, podendo levar à cegueira;
Inflamação da pele (dermatite);
Endurecimento das membranas mucosas dos trato respiratório, gastrointestinal e geniturinário;
Risco de infecções e morte.

 

Dor de cabeça;
Ressecamento da pele com fissuras;
Perda de cabelos;
Aumento do baço e fígado;
Aumento dos ossos e dor nas juntas.

Fontes: A vitamina A é encontrada em alimentos de origem animal (leite, ovos, fígado). Os vegetais folhosos verde-escuros, vegetais e frutas amarelo-alaranjados possuem carotenóides que são convertidos em vitamina A pelo organismo.

 

A Vitamina B1 (Tiamina) tem papéis essenciais na transformação de energia e na condução de membranas e nervos. É necessária no metabolismo de gorduras, proteínas, ácidos nucléicos e carboidratos. É absorvida por transporte ativo no meio ácido do duodeno. A absorção pode ser inibida pelo consumo de álcool, que interfere no transporte da vitamina.

Deficiência de vitamina B1:

 

Excesso de vitamina B1:

Beribéri, vômitos, 
insônia, palidez,
taquicardia, dilatação cardíaca,
dispnéia, polineuropatia,
doença de Wernicke.

 

Grandes doses podem interferir no metabolismo de outras vitaminas do complexo B.

Fontes: A tiamina é encontrada em grande número de alimentos, tanto de origem animal como vegetal, incluindo legumes, raízes, leite, vísceras e cereais.

 

A Vitamina B3 (Niacina) é o termo genérico para a nicotinamida ou ácido nicotínico. Sua absorção ocorre no intestino delgado e um pequeno armazenamento ocorre no organismo. Qualquer excesso é eliminado através da urina. A niacina está presente em coenzimas essenciais para as reações de oxidação-redução envolvidas na liberação de energia por carboidratos, gorduras e proteínas.

Deficiência de vitamina B3:

 

Excesso de vitamina B3:

Pelagra 
(dermatose, diarréia, inflamações na língua, disfunção intestinal e cerebral)

 

Pode ser prejudicial a pessoas com asma ou doença de úlcera pélvica.

Fontes: Carnes magras, carnes de aves domésticas, peixes, levedo de cerveja e amendoins são fontes ricas em niacina. Vegetais e frutas são fontes pobres.

 

A Vitamina B5 (Ácido Pantotênico) é essencial para o metabolismo celular. Está envolvido na liberação de energia do carboidrato, na degradação e metabolismo de ácidos graxos, na síntese do colesterol, fosfolipídeos, hormônios esteróides e porfiria para hemoglobina e colina.

Deficiência de vitamina B5:

 

Excesso de vitamina B5:

Doenças neurológicas, 
síndrome do ardor nos pés, 
lassidão, cefaléia, 
sonolência, náuseas, 
cãibras na região abdominal.

 

Não há nenhum nível de toxidade conhecido.

Fontes: O ácido pantotênico está presente em todos os vegetais e animais. Fontes excelentes são: gema de ovo, rim, fígado e leveduras. Fontes satisfatórias: brócolis, carne bovina magra, leite desnatado, batata doce e melaço.

 

A Vitamina B6 (Piridoxina) é um complexo de três compostos químicos (piridoxamina, piridoxal, piridoxol), ativos, relacionados entre si e encontrados em fontes naturais. Suas três formas são rapidamente absorvidas pelo intestino. Ela está envolvida no metabolismo dos aminoácidos, no funcionamento do sistema nervoso e também na saúde da pele.

Deficiência de vitamina B6:

 

Excesso de vitamina B6:

Anomalias no sistema nervoso central, 
Desordens da pele, 
Irritabilidade, Convulsões e Anemia.

 

Ataxia, neuropatia sensorial.

Fontes: As melhores fontes de piridoxina são: levedo, germe de trigo, carne de porco, vísceras (principalmente fígado), cereais integrais, leguminosas, batatas, banana e aveia.

 

A Vitamina B12 (Cobalamina) é essencial para o funcionamento normal do metabolismo de todas as células, especialmente para aquelas do trato gastrointestinal, medula óssea e tecido nervoso. A concentração mais elevada de cobalamina é encontrada no fígado. Ela é liberada no rim conforme a necessidade da medula óssea e outros tecidos.

Deficiência de vitamina B12:

 

Excesso de vitamina B12:

Anemia megaloblástica, 
glossite e hipospermia, 
distúrbios gastrointestinais.

 

Não há nenhum nível de toxidade conhecido.

Fontes: As fontes mais ricas de cobalamina são fígado e rim, seguidos por leite e derivados, ovos, peixe e carnes de músculo.

 

O Folato (Ácido Fólico) atua na formação de produtos intermediários do metabolismo, que por sua vez estão envolvidos na formação celular. Está presente na síntese do DNA e RNA e também tem papel na formação e maturação das hemácias e leucócitos.

Deficiência de folato:

 

Excesso de folato:

Alterações na morfologia nuclear celular, 
problemas de crescimento, 
anemia megaloblástica, 
glossite, 
distúrbios gastrointestinais.

 

Não há nenhum nível de toxidade conhecido.

Fontes: O folato é amplamente encontrado nos alimentos, sendo que suas principais fontes são: fígado, feijão e vegetais frescos de folhas verde-escuras, especialmente o brócolis, espinafre e aspargo. Carne bovina magra e batata também são boas fontes.

 

Vitamina C é a vitamina antiescorbútica. Embora o escorbuto tenha sido descrito pela primeira vez durante as Cruzadas, a inter-relação específica entre escorbuto, frutas cítricas e ácido ascórbico não foi estabelecida até o século XX. O ácido ascórbico é absorvido a partir do intestino delgado para o sangue por um mecanismo ativo e, provavelmente, também por difusão. Passa rapidamente para dentro dos tecidos adrenais, do rim, fígado e do baço. As quantidades excessivas são excretadas na urina. Sua habilidade de perder e captar hidrogênio lhe garante um papel essencial no metabolismo. O ácido ascórbico está envolvido na síntese do colágeno, no desenvolvimento do tecido conjuntivo, no processo de cicatrização e recuperação após queimaduras e ferimentos, na resistência a infecções, na absorção do ferro, entre outras funções. É importante na resposta imune e em reações alérgicas. A vitamina C carrega a fama de proteger contra o resfriado. Vários estudos foram realizados, sem alcançar uma decisão unânime. Acredita-se, porém, que os benefícios pelo ácido ascórbico estejam mais na redução da severidade dos sintomas da gripe do que na prevenção do resfriado.

Deficiência de vitamina C:

 

Excesso de vitamina C:

Escorbuto (sangramento e inflamação da gengiva, dores musculares, sensibilidade geral ao toque), 
Taquicardia, 
Anemia por deficiência de vitamina C.

 

Diarréia, 
Pedras nos rins (em pessoas suscetíveis), 
Alterações no ciclo menstrual.

Fontes: A vitamina C é encontrada nas frutas cítricas, em verduras, tomate, cebola, pimentão, melão, abacaxi, kiwi, morango, goiaba, entre outros.

 

 Vitamina D é uma denominação genérica para os diversos compostos que possuem a propriedade de prevenir e curar o raquitistmo – os mais importantes são o calciferol (ergosterol ou vitamina D2) e o colecalciferol (vitamina D3). Ela é importante no processo de absorção de cálcio e fósforo do intestino, mineralização, crescimento e reparo dos ossos. Nos seres humanos, a vitamina D3 é formada na pele, pela ação dos raios ultravioletas da luz solar sobre um elemento (7-deidrocolesterol) presente na epiderme.

Deficiência de vitamina D:

 

Excesso de vitamina D:

Nível de cálcio e fósforo no sangue decresce, causando problemas nos ossos – raquitismo nas crianças e osteomalácia (mineralização deficiente dos ossos) nos adultos.

 

O consumo de altas doses (10 vezes o valor diário recomendado) por vários meses pode causar toxicidade, resultando em nível alto de cálcio no sangue. Pode ocorrer depósito de cálcio pelo organismo, principalmente no rim.

Fontes: A vitamina D é encontrada em pequenas quantidades em alimentos animais na forma de colecalciferol (D3). Nenhum vegetal, fruta ou grão contém vitamina D em quantidade detectável. O mesmo acontece com carnes e peixes com baixo teor de gordura. A vitamina D é estocada no fígado, o que faz com que este órgão seja boa fonte. É encontrada em pequenas quantidades na manteiga, nata, gema de ovo e fígado e em grande quantidade no óleo de fígado de peixes como lambari, bacalhau, arenque e atum. Tanto o leite materno como o de vaca são fontes pobres desta vitamina.

 

A Vitamina E (Tocoferol) é um anti-oxidante que protege as células do organismo contra danos de compostos químicos reativos conhecidos como radicais livres.

Deficiência de vitamina E:

 

Excesso de vitamina E:

Ruptura das células vermelhas do sangue.
Danos nas fibras nervosas.
Em bebês prematuros, pode causar retinopatia.

 

Aumento da necessidade de vitamina K.

Fontes: A vitamina E é sintetizada apenas por plantas. Com isso, os óleos vegetais são as principais fontes dessa vitamina na dieta. Laticínios e carnes fornecem apenas quantidades moderadas dessa substância. Principais fontes: germe de trigo, óleo de trigo, óleo de soja, arroz, algodão, milho, girassol, gema de ovo, vegetais folhosos, legumes, nozes.

 

Cálcio é o quinto elemento mais abundante no organismo. Constitui cerca de 1,5 a 2% do peso corpóreo - 99% do cálcio está nos ossos e dentes e o 1% restante está no sangue e líquidos extracelulares e dentro das células dos tecidos moles. Além de sua função na construção de ossos e dentes, o cálcio também tem uma série de papéis metabólicos: afeta a função de transporte das membranas celulares, influencia a transmissão de íons através das membranas de organelas celulares, a liberação de neurotransmissores, a função dos hormônios protéicos e a liberação/ativação de enzimas dentro e fora das células. O cálcio também é necessário para a transmissão nervosa e regulação do batimento cardíaco. É absorvido principalmente na parte do duodeno onde um meio ácido prevalece, no íleo e no cólon. Normalmente apenas 20 a 30% do cálcio ingerido, e algumas vezes uma quantia tão pequena quanto 10%, é absorvida. Só é absorvido se estiver presente em uma forma hidrossolúvel. O cálcio não absorvido é excretado nas fezes e na urina.

Deficiência de cálcio:

 

Excesso de cálcio:

Deformidades ósseas (osteoporose, osteomalacia, raquitismo);
Tetania (espasmos musculares, paralisia parcial e local);
Hipertensão.

 

Calcificação excessiva dos ossos e tecidos moles;
Interferência na absorção de ferro;
Falência renal;
Comportamento anormal (psicose).

Fontes: O cálcio é encontrado em vegetais de folhas escuras, como couve, couve-manteiga, nabiça, folhas de mostarda e brócolis, e sardinhas, moluscos bivalves, ostras e salmão. Em laticínios, ovos, cereais, feijão e frutas.

 

Cobre é essencial para diversas funções orgânicas, como a mobilização do ferro para a síntese da hemoglobina, a síntese do hormônio da adrenalina e a formação dos tecidos conjuntivos. As concentrações de cobre são maiores no fígado, cérebro, coração e rim. Um pouco do cobre é absorvido no estômago, mas a absorção é máxima no intestino delgado, variando de 25 a 60%. A porcentagem de absorção diminui com a ingestão aumentada. É excretado pela bile no trato intestinal e eliminado nas fezes.

Deficiência de cobre:

 

Excesso de cobre:

Anemia hemocrômica microcítica, 
Neutropenia,
Leucopenia, 
Desmineralização óssea.

 

Náusea, vômito,
hemorragia gastrointestinal, 
diarréia, anemia hemolítica,
cirrose hepática crônica,
icterícia.

Fontes: O cobre é distribuído amplamente nos alimentos, sendo que os mais ricos são: ostras, fígado, rim, chocolate, nozes, leguminosas secas, cereais, frutas secas, aves e mariscos.

 

Ferro - O organismo adulto contém de 3 a 5 g de ferro, aproximadamente 2.000 mg como hemoglobina e 8 mg como enzimas. O ferro é bem conservado pelo organismo: aproximadamente 90% é recuperado e reutilizado extensivamente. O ferro tem um papel no transporte respiratório do oxigênio e dióxido de carbono e é uma parte ativa das enzimas envolvidas no processo de respiração celular. Também parece estar envolvido na função imune e no desempenho cognitivo. No organismo, tem dupla origem: ferro exógeno, ingerido com os alimentos, e ferro endógeno, proveniente da destruição das hemácias, que libera cerca de 27 mg do metal, em seguida reutilizado.

Deficiência de ferro:

 

Excesso de ferro:

Anemia hipocrônica, 
alteração da função cognitiva,
parestesia, 
cefaléia, fadiga, 
redução da função leucocitária, 
glossite, cáries.

 

Paladar metálico, cefaléia, 
convulsões, náuseas, 
vômito, febre, suor,
hipotensão, hepatomegalia,
susceptibilidade a infecções,
cirrose, diabetes mellitus. 
É contra-indicado em doenças acumulativas de ferro (talassemia, hemossiderose, hemocromatose).

Fontes: O ferro é encontrado em diversos alimentos: em frutas, como a banana e a cereja, carne magra, fígado, ostras, mariscos, aves, peixe, feijão, ovos. O leite e seus derivados são praticamente desprovidos de ferro.

 

Fósforo é um dos elementos mais essenciais, está em segundo lugar depois do cálcio em abundância nos tecidos humanos. Tem numerosas funções críticas no organismo. Algumas delas: O DNA e o RNA são baseados nos monômeros de éster de fosfato; a principal corrente de energia contém uma ligação de fosfato de alta energia; está presente em todas as membranas celulares do organismo; integra a estrutura dos ossos e dentes, dando-lhes maior solidez; participa ativamente do metabolismo dos glicídios; atua na contração muscular, entre outras. A rota primária de excreção de fósforo é a renal.

Deficiência de fósforo
(Hipofosfatemia):

 

Excesso de fósforo
(Hiperfosfatemia):

Dor óssea, osteomalácia, 
pseudofraturas, miopatias,
hipoparatiroidismo, 
resistência à insulina, 
acidose metabólica, 
hipocalciúria, delírio, 
perda de memória, 
taquicardia.


 

 

 

Magnésio está envolvido na formação de ossos e dentes, no funcionamento do sistema nervoso e dos músculos, na síntese dos ácidos graxos e proteínas, entre outras funções. Sem magnésio não haveria vida possível sobre a terra, não só por fazer parte da composição dos pigmentos verdes dos vegetais superiores, permitindo a utilização da energia solar e síntese das substâncias orgânicas indispensáveis à vida vegetal e animal, como pelo seu papel de coenzima em diversos processos metabólicos. A proporção de absorção do magnésio varia entre 35 e 45%.

Deficiência de magnésio:

 

Excesso de magnésio:

Função nervosa anormal, 
perda de apetite, náusea, 
vômitos, sonolência, 
espasmos musculares, 
tremores, taquicardia, arritmia

 

Pressão baixa, 
problemas respiratórios, 
distúrbios no ritmo cardíaco, inibição da calcificação óssea.

Fontes: O magnésio pode ser encontrado em vegetais folhosos, cereais, grãos, frutos do mar, sementes.

 

A concentração de Manganês no organismo humano tende a ser alta em tecidos ricos em mitocôndrias. Estás associado à formação de tecido conjuntivo e ósseo, crescimento e reprodução e metabolismo e carboidratos e lipídeos. O manganês é aparentemente absorvido em toda a extensão do intestino delgado, sendo mais absorvido em mulheres que em homens. A excreção ocorre principalmente nas fezes após secreção no intestino através da bile.

Deficiência de manganês:

 

Excesso de manganês:

Perda de peso, dermatite transiente, náusea, vômito. Afeta a capacidade reprodutiva, a função pancreática e o metabolismo de carboidratos.

 

O excesso acumulado no fígado e no sistema nervoso central produz os sintomas do tipo Parkinson.

Fontes: As fontes mais ricas em manganês são os grãos integrais, leguminosas, nozes e chás. As frutas e vegetais são fontes moderadas.

 

Molibdênio é encontrado em quantidades mínimas no organismo e é prontamente absorvido no estômago e intestino delgado. É excretado primeiramente pela urina e também pela bile.

Deficiência de molibdênio:

 

Excesso de molibdênio::

Taquicardia, náusea e vômitos, letargia, desorientação, cefaléia, taquipnéia.

 

Síndrome semelhante à Gota.

Fontes: As fontes mais ricas em molibdênio são leguminosas, grãos de cereais, vegetais de folha verde-escura, vísceras.

 

Potássio é um elemento importante que constitui cerca de 5% do conteúdo total de minerais no organismo. Assim como o cloro e o sódio, está envolvido no balanço e distribuição de água, no equilíbrio osmótico, no equilíbrio ácido-base e na regulação da atividade neuromuscular. Promove, também, o crescimento celular. É absorvido através do trato intestinal e excretado pela urina, fezes e suor. Os rins mantêm os níveis de soro através de sua habilidade de filtrar, reabsorver e excretar potássio.

Deficiência de potássio
(hipocalemia):

 

Excesso de potássio
(hipercalemia):

Vômitos, 
distensão abdominal,
íleo paralítico, 
redução ou ausência de reflexos, 
parestesia, dispnéia, 
hipotensão, dilatação cardíaca, 
arritmia.

 

Paralisia muscular, 
distúrbios cardíacos, 
confusão mental, 
parestesia.

Fontes: O potássio é encontrado em vegetais, frutas, carnes, aves, peixes, leite e cereais.

 

A ação do Selênio parece estar relacionada com a vitamina E, com as duas substâncias agindo sinergicamente na cura da doença hepática e de certas afecções musculares. Esse mineral evita a ocorrência da doença de Keshan (cardiomiopatia juvenil), alterações pancreáticas e promove o crescimento corpóreo. O selênio é absorvido no trato gastrointestinal e armazenado em maior concentração no fígado e nos rins.

Deficiência de selênio:

 

Excesso de selênio:

Mialgia, degeneração pancreática, sensibilidade muscular, maior suscetibilidade ao câncer.

 

Fadiga muscular, colapso vascular periférico, congestão vascular interna, unhas fracas, queda de cabelo, dermatite, alteração do esmalte dos dentes, vômito.

Fontes: Grãos são boas fontes de selênio, dependendo da concentração de selênio no solo e água onde crescem. Outras fontes são: frutos do mar, carne bovina e carnes de aves.

 

Zinco é conhecido há muito tempo como essencial para os microrganismos, mas a compreensão da deficiência humana é relativamente recente. De 2 a 3g desse mineral são encontradas no organismo de um adulto, com as maiores concentrações no fígado, pâncreas, rins, ossos e músculos voluntários. Outros tecidos com altas concentrações são partes dos olhos, glândula prostática, espermatozóides, pele, cabelos e unhas. O zinco participa de reações na síntese ou degradação de carboidratos, lipídeos, proteínas e ácidos nucléicos. Também está envolvido nos processos de transporte, função imune e expressão da informação genética.

Deficiência de zinco:

 

Excesso de zinco:

Retardo no crescimento,
atraso na maturação sexual, 
hipogonadismo, anemia suave, acuidade diminuída do paladar, 
alopecia, lesões na pele, 
acrodermatite enteropática, 
imunodeficiências.

 

Anemia, febre e
distúrbios do sistema nervoso central, 
em pacientes sofrendo hemodiálise.

Fontes: O zinco é distribuído por todo o reino vegetal e animal em abundância em segundo lugar em relação ao ferro. Algumas das principais fontes desse mineral são: carnes bovinas, peixes, aves, leite e derivados, ostras, mariscos, cereais, nozes e feijão.

 

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